GAIA - Porto

Grupo de Acção e Intervenção Ambiental

sábado, agosto 27, 2005

libertação animal

são evidentes as semelhanças entre a maneira como tratamos hoje em dia animais, e a maneira como eram tratados antigamente humanos considerados inferiores.
http://www.peta.org/AnimalLiberation/display.asp

domingo, agosto 21, 2005

quarta-feira, agosto 17, 2005

Porto

parte i

já lançaste bem um olhar sobre esta cidade abetanada, onde os poucos jardins transpiram verde apagado, derrotado, murcho, sem qualquer esperança... as casas em cima de casas, as tintas descolam-se das paredes abandonadas, os novos apartamentos gabam-se de ter derrotado mais um espaço sem cimento, muros crescem vertiginosamente sem qualquer murmúrio a pedir desculpa. no outro dia ao lançar um olhar sobre o rio, senti as suas aguas à beira do desespero suicida... esforço-me por encontrar a beleza e maravilha que tanto ouço falar... só vejo olhos sem brilho, gente à fome, pessoas que se cruzam sem se olharem, como se de invisíveis nos tratássemos... crianças já sem qualquer sorriso na face a não ser quando se colocam em bicos de pés a olhar uma montra e a deliciarem-se com o novo modelo de telemóvel...
as portas automáticas dos bancos abrem-se e fecham-se e não vejo nem sinto ninguém a atravessá-las...
porto para mim transformas-te rapidamente em pó e muros sem cor, em gentes vazias e tristes, em pobres e velhos abandonados, em homens e mulheres sem amor com fome por dinheiro e centros comerciais!

parte ii (repetição)
os olhos avistam gaia a partir do palácio cristal, 31 de julho

o cimento está descalço e os edifícios deixados ao abandono. janelas partidas, paredes sem cor beijando o
o rio transformado em espuma e cinzento da actividade desumana.
vivemos presos a estes muros mais altos que nós na frustrante tentativa de nos taparem o céu, o verde, o nu, o belo, o selvagem, o perfeito...
caminhamos vivendo um sonho com fim, um sonho que se consome como uma fatia de tarte, na ilusão da droga da letargia, da apatia, da indiferença, do medo submisso, da alegre escravatura do ser...
não pensar é o lema desta vida cada vez mais rápida, mas cada vez mais oca, recheada com o mais precioso ouro mas de interior de absoluto vazio...
a vontade transforma-se em lojas da moda, grandes televisores e corpos que dançam ao barulho sem vida nas grandes e ensurdecedoras discotecas!
caímos no nada, somos nada, vivemos nas nossas casas uns em cima dos outros, cheios de fortes paredes de cores artificiais, com as nossas caixas de roupa e bens que de nada nos servem senão a nossa imediata e curta felicidade... estamos a morrer...

pedro g - http://despairhop3.blogspot.com/

terça-feira, agosto 16, 2005

Oficina de Origamis pela Paz e Não-Violência

9 de Agosto – Organização de uma Oficina de Origamis pela Paz e Não-Violência como forma de assinalar o 60º aniversário do bombardeamento atómico de Hiroshima (em 06-08-1945) e Nagasaki (em 09-08-1945) e com o intuito de reivindicar a abolição da utilização de todas as armas nucleares ao nível planetário. [Campanha pela Paz e Não-Violência]

Relatório:

A Oficina decorreu no Café Grão D`gelado em Leça da Palmeira e contou com a participação de inúmeras pessoas. Do GAIA estiveram 5 activistas presentes.

A acção iniciou-se com a oferta de um Origami, um “tsuru” (pássaro que é um símbolo da paz no Oriente), a cada mesa, juntamente com um panfleto explicativo da acção que iria decorrer. Esse processo foi decorrendo durante toda a noite à medida que mais pessoas iam chegando.

Depois deu-se então início à Oficina propriamente dita com alguns activistas a demonstrarem uma certa inaptidão e falta de talento para a prática dessa arte tão interessante que é a criação de Origamis, sinal de que mais oficinas deste tipo são necessárias para tentar mitigar esse fenómeno de inaptidão.

Os participantes demonstraram muito entusiasmo e interesse durante a Oficina e pode-se afirmar que os objectivos foram atingidos no que diz respeito à evocação dos terríveis e criminosos acontecimentos de Hiroshima e Nagasaki. Devido ao contínuo interesse demonstrado por diversas pessoas, a Oficina foi-se prolongando além do tempo inicialmente previsto, permitindo a participação de mais pessoas e a divulgação dos princípios inerentes à acção.
Imagens em:


http://pg.photos.yahoo.com/ph/matrafona2003/album?.dir=1422&.src=ph&store=&prodid=&.done=http%3a//pg.photos.yahoo.com/ph/matrafona2003/my_photos

segunda-feira, agosto 08, 2005

9 de Agosto _ OFICINA DE ORIGAMIS POR NAGASAKI E HIROSHIMA

























GAIA - Grupo de Acção e Intervenção Ambiental
Rua do Bonjardim, 998
4000-121 Porto
tel./fax: (+351) 96 6376728

e-mail: porto@gaia.org.pt
http://gaia.org.pt

9 de Agosto de 2005

Contactos: :

GAIA – Porto: 96 6376728

Pedro J. Pereira: 93 4476236


OFICINA DE ORIGAMIS POR NAGASAKI E HIROSHIMA

60 anos depois de uma das mais bárbaras e trágicas catástrofes da história da humanidade, causada por factores terrivelmente bem humanos, sob o mundo continuam a pender as mesmas ameaças que começaram a adquirir contornos cada vez mais diabólicos naquelas 2 cidades, e na vida de milhares de pessoas inocentes, há 60 anos atrás.

Hiroshima a 6 de Agosto e Nagasaki a 9 foram alvo de uma das mais brutais e criminosas acções militares da história da humanidade, quando sobre elas foram largadas 2 bombas atómicas capazes de causar um impacto mortífero e destruidor como antes nunca se havia visto.

Lançada a uma altitude de 600m, uma bomba se seu nome “Fat Man” causou, de forma praticamente imediata, a morte de cerca de 70 000 pessoas, na sua esmagadora maioria civis inocentes de Nagasaki.

Numa época em que se fala cada vez mais de terrorismo, é importante recordar que o objectivo primordial deste acto de terror, delineado à escala governamental, em última instância à escala de um Estado dito civilizado, foi precisamente o de, através de uma demonstração ignominiosa de força e violência, disseminar o medo e impor prepotentemente a soberania e poder de um país sobre outro, através do massacre cirurgicamente planeado de milhares de seres.

Com o intuito de recordar essa tragédia, naquilo que pretende ser uma singela homenagem a todas as vítimas, e ao mesmo um sentido apelo para a paz, fraternidade e compreensão entre todos os povos, o GAIA irá organizar uma oficina de Origamis.

De origem nipónica, onde adquire a dimensão de uma verdadeira arte, nas pequenas formas de papel serão escritas mensagens de Paz e Não-violência, valores essenciais para a evolução e mesmo preservação espécie humana, actualmente ameaçada pelo risco nuclear que é, infelizmente, um ameaça bem real e cada vez mais ameaçadora dados os ímpetos militaristas dos diversos Estados que possuem tecnologias nucleares e dada as circunstâncias de evidente tensão e ímpeto militarista por parte destes.

Assim esta acção é também um apelo para a abolição das armas nucleares, para que tragédias como Hiroshima e NAgasaki não voltem a acontecer, é essa a maior lição que podemos retirar desses sombrios acontecimentos históricos.

A oficina irá decorrer no Café Grão D`gelado, cafetaria-gelataria, na Avenida da Liberdade, em frente à praia de Fuzelhas, em Leça da Palmeira, e irá ter início sensivelmente por volta das 21.30, indo os Origamis ser posteriormente oferecidos para que as mensagens de Paz e Não-violência nele inscritas, assim como de desarmamento nuclear, possam ser espalhadas e partilhadas por todos os seres humanos.

Qualquer questão, por favor, escrever para:

porto@gaia.org.pt

Ou através dos contactos indicados anteriormente.

Para quem pretender receber mais informações sobre este tema, sugere-se a subscrição no Info Fórum da Plataforma Mahatma Gandhi, um movimento em fase de criação com o intuito de desenvolver em Portugal acções no âmbito das temáticas da Paz e Não-Violência.

Para subscrever, enviar mensagem em branco para: plataforma_mg_infoforum-subscribe@yahoogroups.co.uk

ou na web: http://uk.groups.yahoo.com/group/plataforma_mg_infoforum/

Mais informações disponíveis sobre o tema em:

http://pt.indymedia.org/

http://www.astrosurf.org/lombry/quantique-bombes-atomiques-pic.htm

domingo, agosto 07, 2005

o meu compostor

e porque temos de passar da teoria á prática, aqui está ele!

vera