GAIA - Porto

Grupo de Acção e Intervenção Ambiental

domingo, outubro 30, 2005

Dia Mundial do Veganismo



Dia Mundial do VEGANISMO*

no 555

A recém criada PATEA (Plataforma para a Abolição da Tortura e Exploração Animal) promove a sua primeira actividade no dia 1 de Novembro, no espaço cultural 555.

*O Veganismo é:
a) Um culto religioso
b) Uma moda
c) Uma dieta ideal para o Verão

Deixa-te de adivinhas e vem sabe
r o que é o veganismo :)

1 de Novembro

18.00 - 20.30 - workshop de culinária vegana

20.30 - 21.30 – lanche / jantar
21.30 – “all night long”: vídeo, debate, convívio

(Se quiseres ver o panfleto dá olhadela em http://gaia-porto.blogspot.com/)

PATEA (Plataforma para a Abolição da Tortura e Exploração Animal) – patea@pegada.net

Espaço 555

R. do Almada, n.º 555

http://www.555.weblog.com.pt/

quarta-feira, outubro 26, 2005

Oficina de origamis
21 horas - quinta feira - 27 Outubro
Biblioteca de Quimica do ICBAS (perto da Coordoaria)

ENTRADA LIVRE


Organizado pela Associação de Estudantes do ICBAS e com a colaboração do GAIA

Apareçam!

domingo, outubro 23, 2005

Novo Panfleto sobre Vegetarianismo


















Vimos por este meio partilhar convosco um novo panfleto sobre Vegetarianismo elaborado pelo GAIA, AVP, InfoNature.Org, Terra Viva e preciosa informação do Centro Vegetariano: http://www.centrovegetariano.org/, e que foi usado para o piquenique Vegetariano (Domingo 16 de Outubro, Dia Mundial da Alimentação). Este boletim contem informação bastante importante e variada, alimentação ética e Direitos dos Animais.

Podem visualizar ou fazer o download através do link: http://gaia.pegada.net/Newsletter/boletim%20veggie.pdf

PAz e amor para todos seres!
Saudações ecológicas!


http://gaia.org.pt
http://gaia.pegada.net/Newsletter/

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GAIA - Grupo de Acção e Intervenção Ambiental
Porto: porto@gaia.org.pt _ _ _ http:\\gaia.org.pt
http://gaia-porto.blogspot.com/

terça-feira, outubro 18, 2005

Encontro Nacional de Outono

De 21 a 23 de Outubro o GAIA organiza mais um encontro nacional, desta vez em Casal Bom, Castro Daire. A participação de tod@s é importante para que o GAIA possa continuar a manter e a expandir a sua dinâmica, assumindo-se como uma associação de activismo ambiental da maior importância para o país e para o planeta. É através da contribuição de cada um@ que se constrói a acção colectiva do GAIA. Participa!


"Never doubt that a small group of thoughtful, committed citizens can change the world; indeed, it is the only thing that ever has." -- Margaret Mead, antropóloga




margem do Rio Paiva, junto a Casal Bom Posted by Picasa


(mais info http://gaia.org.pt/encontros/EncontroOutono2005.html)


Workshops a realizar…

- sábado de manhã:
Página do GAIA e CMS: quando e como a vamos fazer?
Origamis

- sábado à noite:
Astronomia

- domingo de manhã:
Dança Contemporânea à beira rio
Organização de documentos

domingo, outubro 09, 2005

PIC NIC DE OUTONO

quinta-feira, outubro 06, 2005

Festa Sabrina

terça-feira, outubro 04, 2005

O confronto evidente com a morte

Estas ideias surgiram-me como um relâmpago, depois de ter conhecimento de um gato
atropelado que foi encontrado por uma amiga minha e uma amiga dela.

Todos temos, uma ou outra vez, ataques súbitos de bondade ao deparar com um caso urgente em que somos quase obrigados por uma força superior a intervir e "fazer o bem".
Duas jovens encontraram na rua um gato atropelado e com toda a boa vontade do mundo, levaram-no a um veterinário e pagaram o seu tratamento.
Foram advertidas porém que o animal precisaria de cuidados permanentes durante os primeiros dias para conseguir sobreviver aos ferimentos.
Soube desta história quando me telefonaram a expor o caso e a pedir se eu não podia ficar com o gato, apenas por uns dias, que depois ele seria devolvido á rua.

Sabendo de antemão que nenhuma das duas poderia ficar com ele, o que leva pessoas comuns a tentarem desta maneira salvar um animal, pensando, na sua compreensível inocência que tudo ficará bem se o gato for novamente posto na rua depois de estar devidamente recuperado do acidente?

Confesso que não sei.

Esta é apenas um exemplo dos comportamentos do tipo "tratar o sintoma em vez da doença", ou seja, mascarar o problema com soluções fáceis em vez de o cortar pela raiz.

Porque razão estas duas amigas não foram capazes de optar pela solução difícil, eu sei por experiência própria, de abater um animal e evitar assim mais sofrimento futuro a um ser que possivelmente já nasceu na rua, ou foi abandonado por quem não o queria, e vai certamente enquanto viver, deixar bastante descendência, perpetuando assim o autêntico flagelo dos animais errantes?

A resposta penso eu, estará na aversão que nós, animais humanos, temos da morte, esse momento fatal em que tudo se acaba, esse momento que preferimos tentar esquecer que existe.
Estas duas pessoas que tão prontamente socorreram um animal, talvez prefiram ignorar que todos os dias alguns animais são mortos unicamente por sua causa.
Então e esses, não merecem ser salvos? Apenas porque nunca vimos a sua agonia, só nos cruzamos finalmente com eles na hora em que nos chegam ao prato, aos armários de medicamentos, de produtos de beleza, de roupa?

Pois são precisamente esses que mais facilmente podemos ajudar, com as nossas decisões diárias enquanto consumidores.
Porque motivo então são tantas as pessoas que afirmam a sua dedicação aos animais, mas voltam depois as costas a todos os inocentes que por nossa causa morrem todos os dias, a toda a hora?
Para mim trata-se no fim de contas do confronto com a morte.
Custa muito ver um gato atropelado numa berma, mas os outros não os vemos nunca, por isso é como senão existissem.
Lá diz o povo na sua imensa sabedoria “mais cego é aquele que não quer ver”.

vera