GAIA - Porto

Grupo de Acção e Intervenção Ambiental

segunda-feira, dezembro 26, 2005

BICICLETADA \ MASSA CRÍTCA porto
























BICICLETADA \ MASSA CRÍTCA portugal
porto *


6ªFEIRA

30 DE DEZEMBRO

18H30

PRAÇA DOS LEÕES

PORTO


mc-porto@pegada.net

http://massacritica.pegada.net/

domingo, dezembro 25, 2005

Xmas spirit

sábado, dezembro 24, 2005

ECO - NATAL



www.gaia.org.pt/econatal

domingo, dezembro 18, 2005

OFICINA DE DOCES DE NATAL VEGANOS, 22 de Dezembro, 5ªf, 18H30, no Oriente no Porto
























------------------------------------------------------------
Quem é vegetariano ou vegano por certo já teve de responder algumas vezes a
estas e outras questões:

Alimentação vegana,
alimentação sem leite e sem ovos, isso é possível?

"como se cozinha?"
"e isso é bom?!"
"gostava de aprender..."
" e como substituir os nutrientes?"

Pois bem, este Natal decidimos ensinar, e assim convidamos para uma
oficina de
doces de Natal Veganos. (seguida de festa de Natal alternativa)

O Veganismo é um estilo alimentar mas também um estilo de vida que se
caracteriza pela eliminação de qualquer produto de origem animal na
alimentação e nos usos diários.

Esta actividade está sujeita a inscrição e ao pagamento de 5€, sem fins lucrativos, destinados somente a
cobrir os custos dos alimentos e a reverter a favor do Movimento ATMA.
(Abolição de Todos os Maus-tratos a Animais)
Iremos ensinar a fazer azevias (doce típico do Alentejo), bolo rei, leite creme
e rabanadas, usando somente receitas sem produtos que impliquem a utilização e exploração de animais, como o leite e ovos.

Vais pois poder impressionar a tua família e amigos depois com novas receitas!

Local: O Oriente no Porto- R. de S. Miguel, 19 (á Cordoaria)
Data: Quinta feira dia 22 às 18:30
Inscrições até Quarta feira, dia 21 pelo mail porto@gaia.org.pt, ou
pelos telefones 916077000 - 937037014 - 222 007 223

Depois dos doces prontos, iremos comprovar (como se ainda restassem dúvidas!)
que não ficam a dever nada aos doces tradicionais com ovos, leite, manteiga...
Muito pelo contrário! Com petiscos destes, dá vontade de ser vegano!
Teremos ainda uma festa-convívio a seguir, para a qual não é precisa
inscrição nem pagamento, basta que apareças com vontade de ter um serão
diferente, com gente nova com quem poderás trocar ideias. Iremos ter jogos
dinâmicos e fazer uma troca de presentes simbólica e anti consumista, podes
trazer algo em segunda mão, algo feito por ti, um desenho, uma flor, importa
é a intenção.


Organização: Movimento ATMA.

Contactos:
porto@gaia.org.pt
pelos telefones 916077000 - 937037014 - 222 007 223

quinta-feira, dezembro 15, 2005

THE TAKE

terça-feira, dezembro 13, 2005


Queremos convidar toda a gente para participar na Festa Sem Fronteiras, que terá lugar dia 18 de Dezembro, Domingo,
com concentração às 15h na Praça da República e continuidade na Rua do Almada no espaço 555 a partir das 15h30.

Mais que uma festa, o objectivo deste evento é ser também um Encontro, um local de debate, de partilha de ideias e de futuras colaborações entre várias associações, grupos e indivíduos onde se encontram alguns objectivos e valores em comum.

Terça, dia 13, às 21h30, haverá reunião sobre o evento no Terra Viva (Rua dos Caldeireiros, n.º 213 - à Cordoaria, junto da Torre dos Clérigos).

Se conhecerem animadores de rua, músicos, etc, que queiram animar a festa, não hesitem em divulgar.
Assim como outras associações e grupos potencialmente interessados em participar.

Participem e divulguem!

"Ninguém é ilegal", SOS Racismo, Terra Viva, "Espaço Musas", GAIA e 555.

quinta-feira, dezembro 08, 2005

GOVERNO PORTUGUÊS PODE DAR PROVAS DE TOTAL INDIFERENÇA PELOS DIREITOS HUMANOS NA CHINA

NOTA DE IMPRENSA
7 de Dezembro de 2005

GAIA - Campanha pela Paz e Não-Violência

+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Visita do Primeiro-Ministro Chinês a Portugal
GOVERNO PORTUGUÊS PODE DAR PROVAS DE TOTAL INDIFERENÇA PELOS DIREITOS HUMANOS
NA CHINA
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

No âmbito da visita do primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, à Europa, surgem
evidentes sinais de que irão decorrer fortes pressões no sentido de ser
levantado o embargo de armas imposto pela União Europeia ao Governo chinês, o
que constitui um motivo de acentuada preocupação para todos os defensores da
Paz, da Democracia e dos Direitos Humanos em todo o mundo, muito especialmente
um motivo de grande preocupação para um elevado conjunto de indivíduos
chineses, nomeadamente dissidentes políticos e minorias étnicas, que muito têm
sofrido com as diversas práticas repressivas e totalitárias impostas pelo
Estado chinês - práticas essas que compreendem os mais violentos métodos de
repressão e tortura.

O embargo da venda de material militar à China foi imposto pela União Europeia
no decorrer dos horríveis acontecimentos de Tiananmem, em 1989, nos quais
milhares de jovens e activistas que exigiam reformas democráticas no seio da
ditadura chinesa foram violentamente reprimidos pelo exército governamental,
tendo centenas deles sido assassinados e tendo-se seguido uma violenta onda de
prisões arbitrárias e práticas sistemáticas e instituídas de tortura e
repressão. A imposição do embargo representou, sobretudo, uma importante
mensagem simbólica de repúdio e condenação pelo totalitarismo de um regime
ditatorial e em particular pelos ignominiosos métodos de repressão
institucional e militar por estes praticados.

Lamentavelmente, têm sido verificados inúmeros esforços de escamoteamento da
verdade assim como de apagamento da memória de um dos mais importantes marcos
na história dos movimentos democráticos e pelos Direitos Humanos em todo o
mundo, esforços em larga medida desenvolvidos por diversas entidades e
instituições transnacionais, e por governos, bem mais preocupados com os
proveitos económicos de uma intensa actividade comercial do que com quaisquer
princípios democráticos e políticas de Paz e Não-Violência.

Na realidade, o governo chinês, para além das já anteriormente mencionadas
práticas sistemáticas, é, e é muito importante não o esquecer, um dos regimes
mais repressivos e autoritários do mundo. A República Popular da China
constitui hoje uma ditadura fortemente militarizada onde mecanismos
sistemáticos de censura e agressão sobre qualquer expressão contrária à
retórica instituída são colocados em prática com a mais vergonhosa conivência
de diversas instâncias políticas e instituições internacionais, nomeadamente
diversos governos de países democráticos que persistem, em prol de alguns
proveitos comerciais e vantagens diplomáticas, em fechar os olhos aos
sistemáticos abusos e violações dos direitos mais elementares de milhões de
seres humanos, desde logo o direito à liberdade de expressão. Hoje na China
existem milhares de prisioneiros de “consciência” e dissidentes políticos
encarcerados em terríveis condições.

Não podemos também deixar de destacar a violenta invasão do Tibete, uma nação
com um carácter cultural verdadeiramente precioso e único, que tem sido ao
longo dos últimos anos submetida a um brutal processo de aculturação por parte
do Governo Chinês.
Por todos estes aspectos, entre outros cuja menção implicaria uma extensa
enumeração, o levantamento do embargo à venda de armas ao Governo chinês, ou
qualquer esforço diplomático e político nesse sentido, eventualmente por parte
do governo português, significa uma legitimação moral de um regime ditatorial
profundamente violento para além de lhe possibilitar, do ponto de vista
prático, um maior acesso a materiais de guerra que permitirão aumentar a sua
capacidade de repressão.

Portugal sofreu as consequências de viver sob o jugo de um regime ditatorial
fascista durante anos, pelo que os seus responsáveis políticos têm a obrigação
ética e moral de saber que a defesa dos valores da democracia é um princípio
basilar de qualquer sociedade e que não devem ser desprezados em prol de
valores de ordem economicista, sobretudo estando em causa a comercialização de
material bélico a um governo que não demonstrou qualquer renitência em o
utilizar sobre o seu próprio povo.

O GAIA vem por esta forma lançar um apelo para a primordial defesa dos valores
e princípios de democracia e relembrar que a defesa dos valores da Paz e
Não-Violência não se coadunam com a produção e comercialização de material
bélico, sendo de particular gravidade o seu acesso por parte de governos
ditatoriais.

Loja de Artesãos



































Integrando as eco-jornadas do GAIA, o Espaço Musas promove a

«Loja de Artesãos»

O Espaço musas vai promover uma loja de artesãos entre os dias 10 e 15 de
Dezembro. Pretendemos dar vida ao espaço na quadra natalícia promovendo o
"consumo amigável", local, com cara, sustentável e justo.
Assim vão estar presentes pelo menos 4 artesãos com os seus trabalhos em
exposição. Podem ver os seus trabalhos em
http://my.opera.com/musas/

Horário:
Sábado e Domingo (10 e 11) das 15 ás 19h
Segunda a Quinta (12 a 15) das 17h às 22h

O Domingo (dia 11) será ainda animado com uma oficina de prendas ecológicas
para miúdos (a partir dos 3 anos) e graúdos.

Apareçam!

Contactos:
Espaço Musas: Rua do Bonjardim, 998

www.gaia.org.pt (toda a programação das eco-jornadas)
porto@gaia.org.pt
telefones 918120832 966376728

segunda-feira, dezembro 05, 2005

Sessão de apresentação da eco-aldeia “Goura Vrindávana” do Brasil *















Sessão de apresentação da eco-aldeia “Goura Vrindávana” do Brasil

O coordenador do projecto, Purushatraya Swami, encontra-se em Portugal
no momento e vem falar um pouco sobre a eco-aldeia "Goura Vrindávana"
que, entre outros, tem uma componente de conversavação da Natureza
bastante forte, assim como de acção social.

Eco-aldeias são comunidades intencionais que tentam proporcionar um
estilo de vida em harmonia com a natureza e entre os seus membros.
Junto segue um anexo com a descrição do projecto a ser apresentado.

7 de Dezembro - quarta-feira

18 horas


Auditório principal da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade
Católica

(Pólo universitário da Asprela / S.João)


Organização:
GAIA (Grupo de Acção e Intervenção Ambiental)
www.gaia.org.pt http://gaia-porto.blogspot.com
porto@gaia.org.pt
937267541

Colaboração:
NAESB (Núcleo Ambiental da ESB)
naesb@esb.ucp.pt

Activix Fest

quinta-feira, dezembro 01, 2005

Critical Mass in Inbicta carago [en]




















Critical Mass in Inbicta carago [en]

Once upon a time there was a Critical Mass in one of the most car-slave cities in Europe … and the few bikers where there, cycling very hard.

Find all about it in:

http://ph.groups.yahoo.com/group/bicicletada_porto/photos

http://www.massacriticapt.net/

Porto *Providência cautelar pode parar as obras nos Aliados*

Porto *Providência cautelar pode parar as obras nos Aliados*
*Contestação *Associações Campo Aberto, APRIL e GAIA vão interpor duas
acções contra a Metro e o IPPAR * *Reclamam a suspensão da eficácia do
parecer do instituto por violar a lei
J. Paulo Coutinho
*A obra de requalificação da Avenida dos Aliados recomeçou há uma semana
com a retirada da calçada portuguesa na placa central.*



*Carla Sofia Luz*


As máquinas iniciaram, há uma semana, a retirada da calçada portuguesa e
a destruição dos canteiros na placa central da Avenida dos Aliados, no
Porto. Mas os trabalhos poderão parar. As associações cívicas Campo
Aberto, GAIA e APRIL estão decididas a travar a obra e vão interpor, nos
próximos dias, duas acções contra o Instituto Português do Património
Arquitectónico (IPPAR) e a Empresa Metro no Tribunal Administrativo e
Fiscal do Porto.

O objectivo fundamental é a paralisação imediata da intervenção. Assim,
avançará, primeiro, uma providência cautelar para suspender a eficácia
do parecer do IPPAR, em que manifesta concordância com o estudo prévio
dos arquitectos Álvaro Siza e Souto Moura para o conjunto dos Aliados e
das praças da Liberdade e de General Humberto Delgado. A empreitada
recomeçou no passado dia 24. A situação obrigaria a parar os trabalhos
de imediato (logo que a Empresa do Metro fosse notificada da entrada da
acção judicial), até que o Tribunal Administrativo permita o reinício da
obra.

Violar lei do património

No mesmo processo, as associações, representadas pelo jurista Paulo
Duarte, solicitarão a declaração de nulidade daquele parecer do IPPAR
(ler Apontamentos) por considerarem que viola a lei de protecção do
património. A legislação limita ao que é estritamente necessário as
intervenções em espaços ou em imóveis em vias de classificação.

"O parecer que o IPPAR deu autorizando as obras na Avenida dos Aliados
contraria a lei que rege a protecção do património. Nunca poderia ter
emitido uma posição favorável a uma mudança daquela amplitude num espaço
urbano em vias de classificação. O IPPAR vem dizer que nada daquilo é
suficientemente valioso e autoriza que desapareça", assinala, ao JN,
Paulo Araújo, da associação Campo Aberto, que quer "evitar o pior".

Caso o tribunal dê razão às associações, Paulo Araújo acredita de que
será uma boa lição para o IPPAR, impedindo que sucedam "situações
análogas no futuro". Se o parecer for considerado nulo, as obras não
poderão prosseguir. Por lei, a intervenção só pode ser concretizada com
autorização expressa do instituto. Sendo o parecer nulo, o aval é
inexistente.

Ultrapassa os estatutos

A par deste processo, dará entrada em tribunal outra acção contra a
Empresa do Metro, enquanto dono de obra, reclamando a suspensão da
empreitada. Considera-se que a intervenção nos Aliados não poderia ser
executada pela empresa.

Além dos argumentos já conhecidos e denunciados pelas associações de
inexistência de discussão pública sobre o projecto e do desrespeito pela
avaliação de impacto ambiental do sistema de Metro na Área Metropolitana
do Porto - no estudo, recomenda-se, para os Aliados, a "recuperação do
jardim após a conclusão do empreendimento, repondo­se, tanto quanto
possível, a situação inicial" -, surge um novo fundamento.

"A Metro não tem, estatutariamente, competência para fazer obras de
requalificação urbana, que não sejam decorrentes da intervenção directa
da empresa, como a construção de linhas ou de estações", sublinha ainda
Paulo Araújo. Enquanto sociedade comercial, a Metro apenas pode praticar
actos que estejam dentro do seu objecto. As associações entendem que a
requalificação total da avenida e de duas praças vai além do que seria
necessário para repor a situação existente, antes da construção da
estação subterrânea do metro nos Aliados.

A requalificação está orçada em 4,8 milhões de euros e possui um prazo
de execução de 150 dias. A Empresa do Metro prevê a conclusão dos
trabalhos em Março do próximo ano.

Apontamentos

Classificação

O conjunto urbano da Praça da Liberdade, da Avenida dos Aliados e da
Praça de Engenheiro Humberto Delgado, no Porto, encontra-se em vias de
classificação há mais de 12 anos. O despacho para iniciar o processo
data de 28 de Setembro de 1993.

Parecer do IPPAR

No parecer, o Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR)
revela concordância com o estudo prévio dos arquitectos Álvaro Siza e
Souto Moura. Considera que a proposta ajuda a resolver alguns
"problemas" do desenho actual com o "reforço do carácter de alameda do
conjunto praça da Liberdade /Av dos Aliados, diluindo, nomeadamente
através do alinhamento da placa central e dos passeios, a
individualização da Praça da Liberdade". Quanto à substituição das
calçadas em calcário, o IPPAR entende que merece reflexão, mas aceita a
mudança "Não sendo obviamente uma solução pacífica do ponto de vista
estético, consiste, no entanto, numa opção de base dos projectistas,
indispensável à coerência do presente projecto e que portanto se julga
ser de aceitar".

Análise da IGAT

A Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura decidiu enviar o
relatório final da petição contra a requalificação dos Aliados para a
Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAT) para análise. Já o
Parlamento irá discutir o projecto em plenário.

http://jn.sapo.pt/2005/12/01/grande_porto/providencia_cautelar_pode_parar_obra.html